5 doenças relacionadas à obesidade

Primeiramente é importante tentar entender algumas das causas da obesidade, mas nunca é possível cravar, até porque cada indivíduo é único e pode ter suas próprias predisposições genéticas. Assim, o excesso de tecido adiposo aumenta a produção de adipocinas que promovem grande impacto em diversas funções corporais. Dessa forma, disfunções endócrinas também podem levar ao desenvolvimento da doença, por isso a importância de um especialista na busca pela perda de peso. Portanto, os maus hábitos alimentares e o sedentarismo também contribuem para o distúrbio. Assim como fatores psicológicos que por si só podem desencadear os dois primeiros, acarretando na diminuição da autoestima e depressão. Por isso, o emagrecimento é importante não só para um maior bem-estar, mas também para diminuir riscos à saúde. Pensando nisso, a clínica Lifelev trouxe 5 doenças relacionadas à obesidade. Conheça:

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Síndrome Metabólica

Síndrome metabólica é uma das doenças associadas à obesidade, como resultado da alimentação inadequada e do sedentarismo. Dentre seus sintomas estão: 

- Hipertensão arterial;

- Níveis altos de colesterol ruim (LDL) e baixos do colesterol bom (HDL);

- Aumento dos níveis de triglicérides, que são as gorduras do nosso corpo. Um nível alto no sangue pode aumentar o risco de uma doença cardíaca e outros problemas de saúde

- Eliminação de proteína pela urina;

- Fatores favorecem a coagulação do sangue, aumentando chances de trombose

- Inflamação da camada interna dos vasos sanguíneos, favorecendo a instalação de doenças cardiovasculares;

Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono

O risco do desenvolvimento da Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS) aumenta em seis vezes em uma pessoa, quando há um aumento de peso de 10% em quatro anos. Além disso, estudos apontam que diversos distúrbios do sono estão relacionados à obesidade.

Assim, interrupções do fluxo de ar durante o sono de até 10 segundos, em adultos são caracterizadas como apneia. 40% dos obesos e 71% dos obesos mórbidos possuem SAOS, que pode resultar em uma série de outras complicações como hipertensão pulmonar, insuficiência cardíaca direita e acidente vascular cerebral (AVC). 

Doença hepática gordurosa não alcoólica

A Doença Hepática Gordurosa Não Alcoólica (DHGNA) representa um espectro de distúrbios que vão desde esteatose (acúmulo de gordura no interior das células do fígado), podendo evoluir para hepatite ou câncer no fígado. Dessa forma, a doença afeta entre 15 a 30% população em geral e tem alta prevalência em indivíduos com o diabetes tipo 2 podendo chegar a 70% nesta população.

Portanto, a perda de peso após cirurgia bariátrica pode atuar diretamente nas inflamações. Já que outro estudo observou uma queda de 84% de esteatose em 18 pacientes que perderam 60% do peso. 

Doenças renais

O aumento do peso corporal acarreta em uma hiperfiltração para compensar as demandas do metabolismo do corpo e isso acaba de certa forma sobrecarregando os rins dos indivíduos afetados pela obesidade. Assim, a própria hipertensão, uma das doenças desencadeadas pela obesidade, pode causar danos aos rins e aumentar o risco de desenvolvimento de doença renal crônica em longo prazo. 

Estudos relacionam também a obesidade com a glomerulopatia, nome dado ao conjunto de doenças que afetam os glomérulos. Já que, essa estrutura microscópica existente nos rins é responsável pela filtração do sangue e produção da urina. Em outros casos, a pessoa pode ter pedras no rim em decorrência das complicações do excesso de peso, levando para uma série de doenças malignas, incluindo câncer renal.

Doença psiquiátricas

Há muito tempo se sabe da relação entre obesidade e transtornos depressivos maiores. Uma vez que alguns medicamentos antidepressivos estão fortemente associados ao ganho de peso. Alteração de humor, ansiedade e transtornos de personalidade são frequentemente ligados às mudanças de IMC. Sendo assim, outros hábitos não-saudáveis também podem ser desenvolvidos como tabagismo, inatividade física e consumo excessivo de álcool. Portanto, esses comportamentos são mais propensos ainda em adultos com depressão atual ou com diagnóstico de depressão e ansiedade.

Em levantamento feito pela Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 30% dos obesos têm depressão ao longo da vida. 

A parte os distúrbios apresentados acima, em nosso blog já apresentamos também a obesidade como um fator de risco para covid-19 e como diminuir os riscos de câncer.

Por isso é importante ressaltar a mudança de vida que o emagrecimento pode acarretar. Entretanto, não existe fórmula mágica e qualquer mudança, seja por meio de algum procedimento ou não, deve vir de uma série de hábitos a serem adotados, uma verdadeira transformação mental. 

Quer mudar de vida? 

A clínica Lifelev, especializada em cirurgia bariátrica e outros procedimentos para emagrecimento, está pronta para te atender, agende uma consulta conosco!

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